Wednesday, December 27, 2006

Web 2.0

O termo WEB 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web. Esta tendência reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Esta ideia tem como finalidade que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os utilizadores colaborem com a organização do conteúdo.
Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing.
Como o universo digital sempre apresentou interactividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de «a segunda geração». O número de sites e serviços que exploram esta tendência tem vindo a crescer e a ganhar mais adeptos.
A empresa referência desta nova WEB é o Google. Quando o Gmail foi lançado, várias empresas viram que era possível ter aplicações desktop inteiras pela internet.
A Web 2.0 tem algumas palavras-chave. Uma das principais é a colaboração. Na web 1.0 já existia conteúdo colaborativo, mas as coisas que eram lá colocadas eram feitas de qualquer maneira sem dar importância à colaboração.
No que concerne ao conteúdo, as informações do projecto web 2.0 devem ser considerados com muita importância. Este conteúdo deve ser definido de uma forma adequada de modo a gerar serviços para o usuário. Para além disso, deve haver um cuidado especial com a forma como o conteúdo é elaborado / criado. Deve pensar-se no que é melhor para o projecto e, contratar um webwriter para trabalhar o conteúdo participativo ou desenvolver programas que gerem o conteúdo é o melhor.
POrém, além de definir e criar um conteúdo é necessário organizá-lo, de modo a que o usuário encontre facilmente o que necessita.
Tratando-se do web 2.0, o melhor exemplo é o google. O google tem um programa que passa pela internet inteira, onde vai buscar as páginas e coloca-as no seu banco de dados. Além disso, o google tem um programa que avalia as páginas para verificar qual é a mais relevante na busca. Assim, o google reúne todo o conteúdo do seu sistema de forma automatizada. A mesma coisa acontece no google news em que o sistema busca notícias automaticamente e relaciona as mais relevantes num site.
Trabalhar com a web 2.0 é tudo o que o freelancer precisa, plataformas virtuais, forte apelo colaborativo e profissionalização constante.

Saturday, December 23, 2006

A linda vila do Alto Minho

A vila mais bonita do Alto Minho, não desfazendo a POnte da Barca, é a pequena vila onde eu moro em Arcos de Valdevez. É uma Terra acolhedora e muito simpática. Tem paisagens maravilhosas e locais muito serenos para descansar e reflectir na vida. O mais belo é ainda o famoso rio vez com as suas águas límpidas e refrescantes. Aproveite estas dicas e, um dia, pense em visitar Arcos de Valdevez.

Leiam com atenção e reflictam

Hoje é dia de era bom.

É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,

de falar e de ouvir com mavioso tom,

de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.



É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,

de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,

de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,

de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.



Comove tanta fraternidade universal.

É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,

como se de anjos fosse,

numa toada doce,

de violas e banjos,

Entoa gravemente um hino ao Criador.

E mal se extinguem os clamores plangentes,

a voz do locutor

anuncia o melhor dos detergentes.



De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu

e as vozes crescem num fervor patético.

(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?

Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)



Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.

Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.

Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas

e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.



Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,

com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,

cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,

as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.



Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,

ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.

É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,

como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.



A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.

Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.

E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento

e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.



Mas a maior felicidade é a da gente pequena.

Naquela véspera santa

a sua comoção é tanta, tanta, tanta,

que nem dorme serena.



Cada menino

abre um olhinho

na noite incerta

para ver se a aurora

já está desperta.

De manhãzinha,

salta da cama,

corre à cozinha

mesmo em pijama.



Ah!!!!!!!!!!



Na branda macieza

da matutina luz

aguarda-o a surpresa

do Menino Jesus.



Jesus

o doce Jesus,

o mesmo que nasceu na manjedoura,

veio pôr no sapatinho

do Pedrinho

uma metralhadora.



Que alegria

reinou naquela casa em todo o santo dia!

O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,

fuzilava tudo com devastadoras rajadas

e obrigava as criadas

a caírem no chão como se fossem mortas:

Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.



Já está!

E fazia-as erguer para de novo matá-las.

E até mesmo a mamã e o sisudo papá

fingiam

que caíam

crivados de balas.



Dia de Confraternização Universal,

Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,

de Sonhos e Venturas.

É dia de Natal.

Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.

Glória a Deus nas Alturas.

O Suave milagre

O SUAVE MILAGRE

Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as mulheres de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ele o criara para os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo. Também a ela a doença a engelhara dentro dos trapos nunca mudados, mais escura e torcida que uma cepa arrancada. E, sobre ambos, espessamente a miséria cresceu como bolor sobre cacos perdidos num ermo. Até na lâmpada de barro vermelho secara há muito o azeite. Dentro da arca pintada não restava um grão ou côdea. No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira. Tão longe do povoado, nunca esmola de pão ou mel entrava o portal. E só ervas apanhadas nas fendas das rochas, cozidas sem sal, nutriam aquelas criaturas de Deus na Terra Escolhida, onde até às aves maléficas sobrava o sustento!

Um dia um mendigo entrou no casebre, repartiu do seu farnel com a mãe amargurada, e um momento sentado na pedra da lareira, coçando as feridas das pernas, contou dessa grande esperança dos tristes, esse rabi que aparecera na Galileia, e de um pão no mesmo cesto fazia sete, e amava todas as criancinhas, e enxugava todos os prantos, e prometia aos pobres um grande e luminoso reino, de abundância maior que a corte de Salomão. A mulher escutava, com os olhos famintos. E esse doce rabi, esperança dos tristes, onde se encontrava? O mendigo suspirou. Ah esse doce rabi! quantos o desejavam, que de desesperançavam! A sua fama andava por sobre toda a Judeia, como o sol que até por qualquer velho muro se estende e se goza; mas para enxergar a claridade do seu rosto, só aqueles ditosos que o seu desejo escolhia. Obed, tão rico, mandara os servos por toda a Galileia para que procurassem Jesus, o chamassem com promessas a Enganim; Sétimo, tão soberano, destacara os seus soldados até à costa do mar, para que buscassem Jesus, o conduzissem, por seu mando, a Cesareia. Errando, esmolando por tantas estradas, ele topara os servos de Obed, depois os legionários de Sétimo. E todos voltavam, como derrotados, com as sandálias rotas, sem ter descoberto em que mata ou cidade, em que toca ou palácio, se escondia Jesus.

A tarde caía. O mendigo apanhou o seu bordão, desceu pelo duro trilho, entre a urze e a rocha. A mãe retomou o seu canto, a mãe mais vergada, mais abandonada. E então o filhinho, num murmúrio mais débil que o roçar duma asa, pediu à mãe que lhe trouxesse esse rabi que amava as criancinhas, ainda as mais pobres, sarava os males, ainda os mais antigos. A mãe apertou a cabeça engelhada:
- Oh filho! e como queres que te deixe, e me meta aos caminhos, à procura do rabi da Galileia? Obed é rico e tem servos, e debalde buscaram Jesus, por areais e colinas, desde Chorazim até ao país de Moab. Sétimo é forte e tem soldados, e debalde correram por Jesus, desde Hébron até ao mar! Como queres que te deixe? Jesus anda por muito longe e nossa dor mora connosco, dentro destas paredes e dentro delas nos prende. E mesmo que o encontrasse, como convenceria eu o rabi tão desejado, por quem ricos e fortes suspiram, a que descesse através das cidades até este ermo, para sarar um entrevadinho tão pobre, sobre enxerga tão rota?

A criança, com duas longas lágrimas na face magrinha, murmurou:
- Oh mãe! Jesus ama todos os pequeninos. E eu ainda tão pequeno, e com um mal tão pesado, e que tanto queria sarar!
E a mãe, em soluços:
- Oh meu filho como te posso deixar! Longas são as estradas da Galileia, e curta a piedade dos homens. Tão rota, tão trôpega, tão triste, até os cães me ladrariam da porta dos casais. Ninguém atenderia o meu recado, e me apontaria a morada do doce rabi. Oh filho! Talvez Jesus morresse... Nem mesmo os ricos e os fortes o encontram. O Céu o trouxe, o Céu o levou. E com ele para sempre morreu a esperança dos tristes.
De entre os negros trapos, erguendo as suas pobres mãozinhas que tremiam, a criança murmurou:
- Mãe, eu queria ver Jesus...
E logo, abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse à criança:

- Aqui estou.

Eça de Queiroz,

Feliz Natal e reflictam!

NATAL À BEIRA-RIO


É o braço do abeto a bater na vidraça?

E o ponteiro pequeno a caminho da meta!

Cala-te, vento velho! É o Natal que passa,

A trazer-me da água a infância ressurrecta.

Da casa onde nasci via-se perto o rio.

Tão novos os meus Pais, tão novos no passado!

E o Menino nascia a bordo de um navio

Que ficava, no cais, à noite iluminado...

Ó noite de Natal, que travo a maresia!

Depois fui não sei quem que se perdeu na terra.

E quanto mais na terra a terra me envolvia

E quanto mais na terra fazia o norte de quem erra.

Vem tu, Poesia, vem, agora conduzir-me

À beira desse cais onde Jesus nascia...

Serei dos que afinal, errando em terra firme,

Precisam de Jesus, de Mar, ou de Poesia?





David Mourão-Ferreira,

NETIQUETTE

A netiquette é o conjunto de regras de etiqueta na internet para seu uso de forma socialmente responsável, ou seja, é o modo que os usuários devem comportar-se na rede. E porquê estes cuidados? Deve-se ter em atenção de que há sempre pessoas do outro lado da linha; deve ser-se cuidadoso(a)com o que fala ou transmite aos outros; deve ser-se claro, breve e objectivo; usar um formato adequado e ser claro e conciso ao expressar o assunto da mensagem; deve endereçar correctamente a sua mensagem; divulgue o que obteve ou recebeu retirando os cabeçalhos e evitando duplicar a informação. Neste caso deve fazer um breve relato a explicar de que se trata e não se esqueça de citar as fontes. Para além disso, deve respeitar os direitos autorais e, muito importante, não divulgue propaganda pela rede.
No que diz respeito ao acesso aos computadores de outras instituições, deve ser discreto ao usar os recursos da rede.
Quando escrever as suas mensagens e quiser adicionar humor e personalidade nas mesmas, utilize os «smiles», como também pode usá-los para divulgar ou transmitir emoções.
A Netiquette não é algo que se aprende da noite para o dia, por isso não deixe o seu medo de não ter conhecimentos cibernauticos prendê-lo no tempo ou recuar nesse processo de conhecimento e aprendizagem.

O que é um eportfolio?

Um eportfolio é uma colecção de evidências electrónicas, como por exemplo, imagens, multimédia, blogs, ficheiros PDF, entre outros, os quais são reunidos e dirigidos por um utilizador unicamente online. Os eportfolios são demosntrações das habilidades dos utilizadores nas plataformas, caso estejam em linha. Algumas aplicações no eportfolio permitem várias etapas de acesso de audiência, a fim do mesmo ser usado para muitos objectivos ou finalidades.
Um eportfolio pode ser visto como um tipo de um registo de ensino que fornece evidências actuais de empreendimento.
No actual contexto europeu, o eportfolio surge como um instrumento de facilitação da mobilidade, da transparência e do reconhecimento das aprendizagens formais e informais realizadas ao longo da vida.
O objectivo do eportfolio, ao recolher o máximo de dados pessoais sobre os seus utilizadores, é fornecer um serviço rápido e eficaz e possibilitar uma navegação agradável e útil. Além disso, esta é a única maneira de conseguir que o eportfolio seja o mais direccionado possível.
Através de um conhecimento detalhado dos seus utilizadores, o eportfolio reúne as melhores condições para gerir conteúdos, serviços e a sua comunidade de acordo com os utilizadores.
O eportfolio fará uma utilização cuidada e profissional de todas as informações que forem enviadas pelas agências criativas / freelancers e empresas. As informações poderão ser utilizadas para fins estatísticos, de forma a melhorar a qualidade e desenvolvimento do nosso site e serviços. A privacidade e a protecção dos dados registados pelos seus utilizadores são tomadas com muita seriedade. por esse motivo, e porque estão protegidos por lei, o eportfolio rege-se por uma total confidencialidade dos dados de registo, salvo autorização dos próprios utilizadores.
Os dados pessoais estão protegidos através de um login, ou seja, cada utilizador tem o seu nome e password a que mais ninguém tem acesso. Deste modo, a sua navegação é segura e as suas informações são protegidas.

Wednesday, November 29, 2006

Caros colegas de OAF:

Cá estou eu dentro das minhas dificuldades das novas tecnologias, no entanto isto vai andando aos bocadinhos.
Quanto ao trabalho de Avaliação da Drª Palmira, as fotocópias vão ser tiradas e divididas entre mim e a Fátima, se houver alguma alteração no trabalho ou alguma novidade podem avisar-me por mail. Apesar de não ter Net em casa faço os possíveis para arranjar um bocadinho para vos contactar.
Boas semanas de descanso!

trabalho dos Indicadores de Qualidade: DrªAna Amélia:

De acordo com os indicadores de qualidade de um site educativo, este deve, em primeiro lugar e associado com o seu nome, ter uma página inicial atractiva e interessante, de modo a cativar os seus visitantes.
A partir do momento em que se entra no site, devemos verificar a sua usabiliade, rapidez de acesso e se a informação é actualizada.
Reiterando para um ponto de vista pessoal, um site educativo deve deve estar sempre actualizado, assim como ter um fácil acesso. Para além disso, acho que uma escolha diversificada de temas, inserida no mesmo, é muito importante para o facto de querermos estar em contacto com as novidades e novos saberes. Assim, o site também está a responder positivamente às questões de orientação no mesmo, dado que indica as suas principais secções e as opções dentro das mesmas. Estas opções também têm de ser contextualizadas no que concerne aos destinatários da página e aos objectivos pretendidos.
Partindo para outros aspectos importantes de um site, há que ter em atenção a data de actualização da informação, a fácil compreensão do mesmo e, também, o seu aspecto gráfico no geral. Para além disto, a informação deve ser avaliada no ponto completivo e rigorista.
Relativamente a este ponto, o site deve respeitar todo o tipo de Ser Humano, ou seja, aqueles que também têm alguma deficiência, seja esta auditiva ou visual. Deste modo, a informação deve ser adaptada às possibilidades de cada um.
A facilidade de leitura também é fundamental, por isso há que ter em atenção o tamanho e tipo de letra que é utilizado no site. No entanto, o texto também deve estar correcto do ponto de vista gramatical e ortográfico.

Thursday, October 26, 2006

tarefa de casa: O que é um blog? Para que serve?

Um blog pode servir vários objectivos. O Blog é o meio através do qual as pessoas, que possuem um blog, se expressam, contactam umas com as outras, discutem assuntos de trabalho, publicam assuntos que querem ver publicados e, também, pode ser um diário pessoal online.
Em suma, o blog pode servir como ferramenta de comunicação entre pessoas com interesses comuns.

Saturday, October 14, 2006


Once upon day there was three little children who
went to play to a garden.
One of them wanted to play football, other one baseball and the last one only wanted to rest down. After some discussion,

they made votes. So, who won? the child who wanted to play football. Then, they resolved make teams, but there was a problem, they only were three.

the older one saw a boy sitting down the grass and asked him if he wanted to play with them. At last they had a great game and made a new friend.